Mostrando postagens com marcador Formação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Formação. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Noções sobre o Aborto


“Cada aborto é um sacrifício no altar de Satanás” (Pe. Gabriele Amorth)
Entende-se por aborto, a morte do embrião ou feto durante o seu desenvolvimento uterino. Hoje o assunto polêmico tem diversas outras nomenclaturas, muitas delas para “mascarar” o seu real significado. Alguns preferem chamar de “interrupção da gravidez”, como isso mudasse algo. Quem interrompe a gravidez realiza o mesmo ato de quem pratica o aborto, ou seja, mata o embrião ou feto (que tem vida) no ventre materno. A grande diferença entre estes dois termos é que o segundo (a interrupção da gravidez) é dito para excluir alguém muito interessado nesta polêmica: a criança.

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

A Ditadura do Relativismo


Em síntese: O relativismo é uma corrente que nega toda verdade absoluta e perene assim como toda ética absoluta, ficando a critério de cada indivíduo definir a sua verdade e o seu bem.

A pessoa é a própria medida das coisas, ou seja, não reconhece nada como definitivo e que usa como critério último apenas o próprio “eu” e os seus apetites. O indivíduo se torna o padrão ou a medida de todas as coisas.

Todos estes, em sua maior parte, compartilham um único tema unificador: que a moral absoluta não existe e que o "certo" ou "errado" é inteiramente um produto da preferência humana.

 É claro que ao lado de verdades e normas perenes, existem outras, de caráter contingente e mutável. Por isso a Igreja rejeita o relativismo, e ao cristão toca o dever de testemunhar ao mundo de hoje que a profissão de fé e a Moral católicas nada têm de obscurantista e de recusa dos autênticos valores da civilização contemporânea.

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

"Meu corpo, minhas regras". Ponderações sobre uma mentira


Deu e está dando o que falar o vídeo com atores da Rede Globo fazendo apologia do abortamento.

O vídeo é inteligente... e diabólico.

Funda-se basicamente numa mentira: que o embrião é parte do corpo da mulher. O embrião é humano, é um ser humano a caminho, com tudo de humano já ali potencialmente presente. Ou é humano e em processo de humanização, ou não o será nunca! Somos todos humanos, estamos todos em processo de humanização!

Se não é a concepção que nos determina como humanos, o que determina? As nossas regras? As regras da mãe?